Quem já teve a oportunidade de ver ao vivo uma criança interagir com os novos formatos de livros infantis no IPad, verá estampada a expressão, como quem diz “finalmente evoluíram”. A forma como elas navegam, a intimidade com o aparelho e como exploram os recursos e funcionalidades, é realmente impressionante.
Não entrando no mérito papel x digital, uma coisa é clara e evidente, as pessoas passarão a consumir mais conteúdo em revistas, jornais e livros, sendo impresso ou digital. Assim como muitos, não acredito no desaparecimento destes meios no formato impresso, mas, é inevitável o crescimento e a penetração que e-books e tablets terão a curto-prazo. Principalmente, se considerarmos o grande número de lançamentos de tablets com preços cada vez mais reduzidos, previstos para os próximos meses.
Claro que a indústria do conteúdo já se movimenta a passos largos. Diversos títulos de jornais e revistas estão sendo lançados no formato para IPad. Na semana passada foi a vez da revista Época entrar com sua versão para o aparelho. Muito mais dinâmica e interativa foi batizada de Época Digital.
Sou leitor da revista impressa, mas já percebi nestes dias que acessei (consumi) um número muito maior de vezes. A razão é simples…MOBILIDADE e PORTABILIDADE!
Além, é claro que com o mesmo aparelho consigo acessar o Estadão tablet, e vários outros jornais, revistas, live radio, TV e conteúdos multimídia.
Ainda com relação aos livros, comprei e baixei o livro “Alice” pela Apple Store. Realmente, outra experiência de leitura e navegação, pena que minha geração não teve esta oportunidade. As telas são mais atrativas e as ilustrações ganham vida com o simples movimento dos dedos na tela.

Tela modelo Alice IPad
Não acho que só as novas gerações é que ganham, mas todos nós que teremos alternativas inovadoras e confortáveis para acessar cultura , informação e conhecimento a qualquer hora em qualquer lugar e de diversas formas




no meu ver ,e-readers são práticos e fazem bem seu papel, todavia seus preços aqui no território tupiniquin ainda é caro, e com tantas pessoas interessadas em leitura (ironia) esses preços tendem a continuar assim, por causa disso – o desinteresse- e também pela causa de morarmos cá.
Queria um e-reader de coração, mas sai por uns 900 reais um bom modelo.